Os riscos dos ataques de ransomware são cada vez mais conhecidos. Não só pelos profissionais que lidam diariamente com seus efeitos, mas por muitos usuários de aplicações, uma vez que são muito prejudicados com indisponibilidade e vazamentos.
É um panorama bem complicado para o mundo corporativo, que depende da quantidade e da qualidade dos dados para as suas operações. Logo, os ataques de ransomware representam uma das maiores ameaças atuais para as empresas manterem seus negócios em funcionamento.
Por isso, a infraestrutura de TI precisa criar um perímetro de defesa, que tem no armazenamento de dados um grande aliado, principalmente quando falamos de imutabilidade de dados.
É o que vamos abordar neste artigo, sobre estratégias de armazenamento para manter os dados íntegros diante dos prováveis ataques do ransomware.
A defesa dos ativos empresariais
Um tempo atrás, a imagem de um cofre seria suficiente para falarmos em defesa de ativos de empresas. Afinal, esse patrimônio era eminentemente físico e necessitava de uma estrutura também física para a proteção.
Hoje, com a transformação digital, os ativos empresariais de maior relevância são os dados, que contêm informações imprescindíveis para a continuidade do negócio. Sem ele sou com o seu corrompimento, as operações são prejudicadas ou mesmo paralisadas, gerando um grande prejuízo.
As corporações, dessa forma, necessitam de uma abordagem sistêmica de segurança, que permitam que seus dados estejam sempre disponíveis e ao mesmo tempo protegidos de ameaças como o ransomware.
O local de armazenamento de dados é um desses pontos de controle de segurança que precisam ser projetados na estratégia de segurança para manter os dados íntegros e imutáveis.
O armazenamento e a imutabilidade de dados
A busca constante por resiliência cibernética tem produzido muitos avanços na gestão de riscos no mundo digital. A infraestrutura, por exemplo, tem incorporado soluções de segurança by design em equipamentos, contribuindo para que os projetos de TI tenham um sistema de proteção nativo e reforçado.
Em outras palavras, ao adquirir um hardware, como um storage, uma corporação começa a trabalhar seu sistema de defesa contra ataques de ransomware, exclusão acidental de dados e outros problemas que possam trazer dificuldades para si. Esses devices estão muitas vezes prontos para dar uma resposta efetiva em caso de detecção de ameaças de segurança.
Mas a grande questão é a manutenção da qualidade dos dados. Por isso, o tema imutabilidade está em alta, uma vez que a personalização dos dados a partir de sua história é o que há de mais precioso na composição do negócio. Ter dados alterados é um problema de grandes proporções.
O IBM Storage, por exemplo, comanda essa linha de defesa no armazenamento. São equipamentos que acumulam soluções de proteção, ou seja, que disponibilizam estrutura para backups e recuperação de desastres, entre outros.
Uma das ideias do IBM Storage é criar condições para as empresas terem dados à prova de adulteração, mesmo em um evento como um ataque de ransomware. Essa é uma garantia essencial para que o armazenamento seja compreendido como local de proteção dos ativos digitais.
Para tanto, o IBM Storage, em diversas versões, possuem recuperação baseada em snapshots, proteção com mídia WORM, proteção de air gap em fita e outros recursos que garantem a máxima proteção e que não haja a manipulação de dados por agentes não autorizados.
No cenário da proliferação dos ataques de ransomware, investir em tecnologias de armazenamento que possibilitem a imutabilidade de dados é fundamental para manter a resiliência cibernética e caminhar para uma governança de TI eficaz.
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